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Muros de Croché, Casas de Salão e Sítios Arqueológicos Marinhos

 

MUROS DE CROCHÉ 

Associados à cultura da vinha, eram construídos através do empilhamento de pedras com diferentes tamanhos e funções. As da base, mais largas, serviam de suporte a outras de menor tamanho que eram amontoadas de forma a deixar alguns espaços, proporcionando as condições ótimas de temperatura e arejamento.

 

Muros de croché ©Pedro Menezes

 

CASAS DE SALÃO

Na cobertura das casas rurais era empregue um barro local, salão e por tal, eram designadas de “casas de salão”. O salão protegia as habitações dos ventos fortes, conferindo-lhes um ambiente fresco no verão e tornando-as impermeáveis no período das chuvas. Eram térreas, com quatro ou duas águas e integravam três divisões: a sala, o quarto de dormir e a cozinha. A cozinha era, geralmente, o ponto de entrada na casa e onde se confecionava a comida, através de um forno com chaminé de pedra. As casas com apenas uma água, não se destinavam a habitação. As divisórias eram feitas com canavieira e os espaços preenchidos com palha, feiteira, desperdícios de madeira ou pequenas pedras, sendo depois revestidas com cal e algum cimento. O chão era de barro batido.

 

Casa de salão ©Virgílio Gomes

 

SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS MARINHOS

A existência de sítios arqueológicos em meio marinho como é o caso do galeão holandês “Slot Ter Hooge” que naufragou no Porto Santo, em 1724, na costa norte da ilha, merece destaque. Trata-se de um navio que pertencia à Companhia das Índias Holandesa e tinha como destino a Índia, para estabelecimento de trocas comerciais.

 

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